Descripción
Aquele meu lado “menino-moleque” que havia revivido suas façanhas, provocava meu lado “menino-cidadão” perguntando-lhe se havia desistido de clamar por ser ouvido, por poder se expressar, por poder gritar por justiça, por respeito, por ética, por dignidade humana. E aí, meus dois “meninos” se digladiavam, viviam em permanente contenda e o “menino-cidadão” se irritava ao ouvir o “menino-moleque” cantar Raul “…Ridículo, limitado…” e, inevitavelmente, irremediavelmente, mais uma vez, se tornou sarcástico, incisivo, penetrante e implacável, e voltou a criticar, denunciar, protestar, ironizar aqueles que deveriam cuidar de seu Povo, fossem eles quem fossem.






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